Album Review: The Fray – Scars & Stories
The Fray’s third album ‘Scars & Stories’ could be considered as one more point on the band’s evolution curve. Just as their previous self-titled album has ‘How to Save a Life’s’ sonority with some new elements, ‘Scars & Stories’ contains both previous albums sonorities with a plus.
The band increases the volume of their guitars on tracks like “The Fighter” and “Here We Are”, and even risk themselves on a funky song with “Turn Me On” (a surprising track both lyrically and melodically, considering what The Fray usually do). “Munich”, one of the highlights, it’s a strong track where Isaac Slade’s vocals shines among a powerful atmosphere created by bass and piano. “1961” has a vintage melody that is a perfect baseline for the lyrics, and “48 to Go” is a remarkable contemporary piano-rock waltz.
But, despite great moments on the upbeat songs, ‘Scars & Stories’ fails when we talk about ballads. Songs like “Run For Your Life”, “I Can Barely Say” and “Be Still” (perhaps their most boring song to date) are dull and uninteresting if we compare with what the band has done in the past.
The Fray’s growth process is like a man walking forward without losing sight of what is behind him: although he walks more slowly and making some mistakes, he has less chances of getting lost along the way. ‘Scars & Stories’ isn’t a definitive album on The Fray’s career, but it’s an important step for them to make that album one day.
Resenha: The Fray – Scars & Stories
O terceiro álbum do The Fray, ‘Scars & Stories’, pode ser considerado como mais um ponto na curva de evolução da banda. Assim como seu álbum anterior apresentava a sonoridade de ‘How to Save a Life’ com alguns toques diferentes, pode-se dizer o mesmo de ‘Scars & Stories’.
A banda arrisca um pouco mais no uso de guitarras em faixas como “The Fighter” e “Here We Are”, e se aventura até no mundo dançante com “Turn Me On” (faixa surpreendente em termos de melodia e letra, considerando as composições usuais do The Fray). “Munich”, um dos pontos altos do álbum, é uma das músicas mais fortes já feitas pela banda, onde o vocal de Isaac Slade brilha sobre uma atmosfera poderosa criada pelo baixo e piano. “1961” tem uma sonoridade vintage que faz a base perfeita para a letra, e “48 to Go” é uma valsa com ares de rock alternativo.
Porém, apesar de ótimos momentos nas faixas agitadas, ‘Scars & Stories’ cai muito de qualidade quando falamos em baladas. Faixas como “Run For Your Life”, “I Can Barely Say” e “Be Still” (talvez a música mais monótona já feita pela banda) são maçantes e pouco interessantes se as compararmos com o que a banda já fez no passado.
O processo de evolução do The Fray é como um homem caminhando para frente sem perder de vista o que está atrás: embora caminhe mais lentamente e cometendo alguns erros, ele tem menos chances de se perder no caminho. ‘Scars & Stories’ não é um álbum definitivo na carreira do The Fray, mas é um passo importante para que a banda um dia possa fazê-lo.



